03 março, 2009

03-03-09




Pois os meus dias são parecidos. Uns com os outros!

Desde que arranjei este novo emprego tenho tido muito mais trabalho... o que faz com que ande um pouco mais cansada. Ainda assim é regenerador poder chegar a casa e encontrar o meu espaço.

Esta vida é uma luta! Mas eu ando contente!!

Tenho tido uma dor de dentes... ando a anti-biótico. Para a semana tenho que ir ao dentista!

Nada mais que uma vida comum.

02 março, 2009

até já o ano mudou!

Ora bem, já passou imenso tempo desde o primeiro e único post deste blog. Sim, é verdade que este é um blog experimental, mas também é para ser usado. E, supostamente, foi criado para facilitar a comunicação entre uma mãe e duas filhas, para saber as novidades visto que está cada uma para seu canto.

Então eu decidi dar o exemplo:
Mãe, Cláudia, hoje tive aulas. Fora isso, não há novidades nenhumas. :P

Beijinhos (vamos ver quem é a próxima)!

24 novembro, 2008

A Rosa




Quando eu era pequena e usava rabo de cavalo, entrei numa dessas lojas de artigos de pechincha, com soalho que range e a cheirar a pipocas e doces baratos.


Eu estava à procura de um presente para o Dia da Mãe. Escolhi uma Rosa Vermelha de plástico. Escondi-a no meu quarto, compuz um poema para a data especial e entreguei o presente à minha Mãe.


Depois da morte dela, encontrei a Rosa, já desbotada e empoeirada, mas ainda na jarra de Cristal sobre uma bandeja de prata. A Mãe guardou-a por 30 anos.


O Natal que se seguiu à morte dela foi muito triste. Não havia a ceia tradicional preparada por ela e a mesa farta, decorada com motivos natalicios e o seu amor generoso, principalmente com os netos.


Para consolar-me o meu marido comprou-me vários presentes especiais que estavam um pouco acima das nossas posses. Depois de abrir todos, eu ainda estava muito triste.

De repente vi o presente oferecido pelo meu filho de 6 anos.

- Eu escolhi este presente sozinho! - disse ele com orgulho, estendendo o braço para mo entregar.


Dei um largo sorriso, e senti um enorme conforto ao aceitrar aquele tesouro.

Um Anjo devia ter-lhe sussurrado ao ouvido do meu filho quando ele fez aquela escolha.


Era uma Rosa Vermelha artificial.